{"id":1176,"date":"2020-02-03T12:13:19","date_gmt":"2020-02-03T12:13:19","guid":{"rendered":"http:\/\/www.operacoesweb.uff.br\/migrajoomla\/?p=1176"},"modified":"2020-02-03T12:13:19","modified_gmt":"2020-02-03T12:13:19","slug":"politica-publica-sobre-drogas-e-desequilibrada-e-provoca-injusticas-defende-pesquisador","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.operacoesweb.uff.br\/migrajoomla\/?p=1176","title":{"rendered":"Pol\u00edtica p\u00fablica sobre drogas \u00e9 desequilibrada e provoca injusti\u00e7as, defende pesquisador"},"content":{"rendered":"<header class=\"article-header l-container\">\n<div class=\"l-row is-out-pad\">\n<div class=\"l-col-lg-12\">\n<p class=\"m-headline\">O site do INCT INEAC reproduz aqui o artigo <strong>Pol\u00edtica p\u00fablica sobre drogas \u00e9 desequilibrada e provoca injusti\u00e7as<\/strong>,\u00a0 do soci\u00f3logo\u00a0\u00a0<strong>Marcelo da Silveira Campos,\u00a0<\/strong><em>Doutor em Sociologia pela USP, professor da UFGD, e p\u00f3s-doutorando no Instituto de Estudos Comparados em Administra\u00e7\u00e3o de Conflitos (INCT-InEAC\/UFF) . Foi publicado no site\u00a0Ga\u00fachaZH &#8211;\u00a0<a href=\"https:\/\/gauchazh.clicrbs.com.br\/seguranca\/noticia\/2020\/01\/politica-publica-sobre-drogas-e-desequilibrada-e-provoca-injusticas-defende-pesquisador-ck62chsh30f3k01qdy8625f50.html\">https:\/\/gauchazh.clicrbs.com.br\/seguranca\/noticia\/2020\/01\/politica-publica-sobre-drogas-e-desequilibrada-e-provoca-injusticas-defende-pesquisador-ck62chsh30f3k01qdy8625f50.html<\/a>\u00a0no \u00faltimo dia 31 de janeiro de 2020.\u00a0<\/em><\/p>\n<p class=\"m-headline\"><em>Confira abaixo :<\/em><\/p>\n<h1 class=\"m-headline\">\u00a0<\/h1>\n<h1 class=\"m-headline\">Pol\u00edtica p\u00fablica sobre drogas \u00e9 desequilibrada e provoca injusti\u00e7as, defende pesquisador<\/h1>\n<h2 class=\"m-supportline\">\u00a0Autor de livro rec\u00e9m-lan\u00e7ado sobre o tema argumenta que legisla\u00e7\u00e3o \u00e9 respons\u00e1vel por encarcerar mais negros e pobres no pa\u00eds<\/h2>\n<div class=\"m-timestamps\">\n<div class=\"wrapper\">\u00a0<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/header>\n<div class=\"article-body l-container\">\n<div class=\"l-row\">\n<aside class=\"article-left l-col-md-1\"><\/aside>\n<div class=\"article-main l-col-md-7 l-col-lg-8\">\n<div class=\"m-paid-content\">\n<div class=\"ads-video-intext\">\u00a0<\/div>\n<div class=\"article-content sa_incontent\">\n<div class=\"article-paragraph\">\n<figure class=\"m-figure figure-md\"><picture><source srcset=\"\/\/www.rbsdirect.com.br\/imagesrc\/25494489.jpg?w=700 1x,\/\/www.rbsdirect.com.br\/imagesrc\/25494489.jpg?w=1400 2x\" media=\"(min-width:1200px)\" \/><source srcset=\"\/\/www.rbsdirect.com.br\/imagesrc\/25494489.jpg?w=460 1x, \/\/www.rbsdirect.com.br\/imagesrc\/25494489.jpg?w=920 2x\" media=\"(min-width:1024px)\" \/><source srcset=\"\/\/www.rbsdirect.com.br\/imagesrc\/25494489.jpg?w=460 1x, \/\/www.rbsdirect.com.br\/imagesrc\/25494489.jpg?w=920 2x\" media=\"(min-width:992px)\" \/><source srcset=\"\/\/www.rbsdirect.com.br\/imagesrc\/25494489.jpg?w=594 1x, \/\/www.rbsdirect.com.br\/imagesrc\/25494489.jpg?w=1188 2x\" media=\"(min-width:800px)\" \/><source srcset=\"\/\/www.rbsdirect.com.br\/imagesrc\/25494489.jpg?w=565 1x, \/\/www.rbsdirect.com.br\/imagesrc\/25494489.jpg?w=1130 2x\" media=\"(min-width:768px)\" \/><source srcset=\"\/\/www.rbsdirect.com.br\/imagesrc\/25494489.jpg?w=600 1x, \/\/www.rbsdirect.com.br\/imagesrc\/25494489.jpg?w=1200 2x\" media=\"(min-width:640px)\" \/><source srcset=\"\/\/www.rbsdirect.com.br\/imagesrc\/25494489.jpg?w=600 1x, \/\/www.rbsdirect.com.br\/imagesrc\/25494489.jpg?w=1200 2x\" media=\"(min-width:600px)\" \/><source srcset=\"\/\/www.rbsdirect.com.br\/imagesrc\/25494489.jpg?w=450 1x, \/\/www.rbsdirect.com.br\/imagesrc\/25494489.jpg?w=900 2x\" media=\"(min-width:480px)\" \/><source srcset=\"\/\/www.rbsdirect.com.br\/imagesrc\/25494489.jpg?w=390 1x, \/\/www.rbsdirect.com.br\/imagesrc\/25494489.jpg?w=780 2x\" media=\"(min-width:414px)\" \/><source srcset=\"\/\/www.rbsdirect.com.br\/imagesrc\/25494489.jpg?w=352 1x, \/\/www.rbsdirect.com.br\/imagesrc\/25494489.jpg?w=704 2x\" media=\"(min-width:375px)\" \/><source srcset=\"\/\/www.rbsdirect.com.br\/imagesrc\/25494489.jpg?w=338 1x, \/\/www.rbsdirect.com.br\/imagesrc\/25494489.jpg?w=676 2x\" media=\"(min-width:360px)\" \/><source srcset=\"\/\/www.rbsdirect.com.br\/imagesrc\/25494489.jpg?w=300 1x, \/\/www.rbsdirect.com.br\/imagesrc\/25494489.jpg?w=600 2x\" \/><img decoding=\"async\" class=\"figure-img\" title=\"methaphum \/ stock.adobe.com\" src=\"https:\/\/www.rbsdirect.com.br\/imagesrc\/25494489.jpg?w=700\" alt=\"methaphum \/ stock.adobe.com\" \/><\/picture><figcaption class=\"figure-caption\"><span class=\"figure-desc\">&#8220;Pris\u00f5es da mis\u00e9ria&#8221;: professor e soci\u00f3logo defende que puni\u00e7\u00f5es, no pa\u00eds, est\u00e3o vinculadas ao status social<\/span><span class=\"figure-src\">methaphum \/ stock.adobe.com<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"article-paragraph\">\n<p><strong>Por Marcelo da Silveira Campos<br \/><\/strong><em>Doutor em Sociologia pela USP, professor da UFGD, p\u00f3s-doutorando no Instituto de Estudos Comparados em Administra\u00e7\u00e3o de Conflitos (INCT-InEAC\/UFF)<\/em><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"article-paragraph\">\n<p>Na \u00faltima semana de 2019, foi lan\u00e7ado, na PUCRS, o livro\u00a0<em>Pela Metade: a Lei de Drogas do Brasil<\/em>, publicado pela Editora Annablume (308 p\u00e1ginas, R$ 70, em m\u00e9dia). Com lan\u00e7amentos que ocorreram no Rio de Janeiro, S\u00e3o Paulo, Goi\u00e2nia e outros que acontecer\u00e3o em 2020, no Brasil afora, o livro marca uma interpreta\u00e7\u00e3o da atual lei de drogas do Brasil, a Lei 11.343 de 2006, chamada popularmente de Nova Lei de Drogas. A hip\u00f3tese do livro, fruto de minha tese de doutorado, \u00e9 a seguinte. Quando o Brasil optou por uma nova pol\u00edtica de drogas (o Sistema Nacional de Pol\u00edticas P\u00fablicas sobre Drogas (Sisnad), duas ideias foram aprovadas no novo dispositivo legal: o fim da pena de pris\u00e3o para o usu\u00e1rio, estabelecendo um sistema de sa\u00fade p\u00fablica para desloc\u00e1-lo da pris\u00e3o para o sistema de sa\u00fade, e, ao mesmo tempo, o aumento da pena m\u00ednima para o com\u00e9rcio de drogas com o objetivo, segundo os parlamentares, de reprimir os coletivos criminosos emergentes em meados dos anos 2000.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"article-paragraph\">\n<aside class=\"m-read-more leak-left\">\n<h2 class=\"\">LEIA TAMB\u00c9M<\/h2>\n<ul>\n<li class=\"card-read-more with-photo\">\n<h3 class=\"m-headline\">O que muda com a nova pol\u00edtica nacional de drogas\u00a0<\/h3>\n<div class=\"photo\">Foi justamente essa combina\u00e7\u00e3o que fez coexistirem uma l\u00f3gica universal e uma l\u00f3gica hierarquizante que engendrou o encarceramento massivo de mulheres e homens jovens, pobres, negros e moradores das periferias de centros urbanos. A explos\u00e3o do encarceramento por drogas gerou, ap\u00f3s a nova lei, o aumento percentual de 13% de toda popula\u00e7\u00e3o prisional presa por drogas para 30% de toda popula\u00e7\u00e3o prisional, conforme mostram os \u00faltimos dados do Departamento Penitenci\u00e1rio Nacional do\u00a0<a href=\"https:\/\/gauchazh.clicrbs.com.br\/ultimas-noticias\/tag\/ministerio-da-justica\/\"><strong>Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a<\/strong><\/a>. Tal mudan\u00e7a, portanto, pode ser pensada como os efeitos inesperados e contradit\u00f3rios de uma pol\u00edtica que teve um objetivo que era justamente o contr\u00e1rio: diminuir o n\u00famero de presos por drogas para estabelecer um verdadeiro tratamento de sa\u00fade para os consumidores de subst\u00e2ncias consideradas il\u00edcitas.<\/div>\n<\/li>\n<\/ul>\n<\/aside>\n<\/div>\n<div class=\"article-paragraph\">\u00a0<\/div>\n<div class=\"article-paragraph\">\n<p>O livro mostra que, na cidade de S\u00e3o Paulo, as chances de algu\u00e9m andando nas ruas ser considerado pelo sistema de justi\u00e7a criminal como traficante, e n\u00e3o usu\u00e1rio, aumentaram quatro vezes, na compara\u00e7\u00e3o com o per\u00edodo anterior \u00e0 entrada em vigor da lei (ano de 2004). O segundo fator estat\u00edstico que mais pesa sobre a incrimina\u00e7\u00e3o de uma pessoa como traficante e n\u00e3o como usu\u00e1rio \u00e9 a escolaridade: pessoas de menor escolaridade (analfabetos e pessoas com\u00a0<a href=\"https:\/\/gauchazh.clicrbs.com.br\/ultimas-noticias\/tag\/ensino-fundamental\/\"><strong>Ensino Fundamental<\/strong><\/a>\u00a0incompleto) t\u00eam 3,6 vezes mais chances de serem consideradas traficantes pela\u00a0<a href=\"https:\/\/gauchazh.clicrbs.com.br\/ultimas-noticias\/tag\/justica\/\"><strong>Justi\u00e7a<\/strong><\/a>. Por fim, se a pessoa morar num bairro perif\u00e9rico, ela ter\u00e1 duas vezes mais possibilidades de ser considerada traficante e n\u00e3o usu\u00e1ria.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"article-paragraph\">\n<p>Ainda apresento na obra que a quantidade e o tipo da droga n\u00e3o s\u00e3o fatores significativos para algu\u00e9m ser incriminado como traficante ou usu\u00e1rio.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"article-paragraph\">\n<p>Para resumir, pode-se dizer que, ap\u00f3s a nova lei de drogas, ser considerado um traficante e n\u00e3o um usu\u00e1rio tem a ver, em primeiro lugar, com a origem social da pessoa: se algu\u00e9m for escolarizado, tiver uma profiss\u00e3o e morar em algum bairro central das metr\u00f3poles, muito excepcionalmente ser\u00e1 considerado um traficante \u2013 apenas 34 pessoas, das 1.256 que analisei em minha tese de doutorado, possu\u00edam Ensino Superior completo ou incompleto. Al\u00e9m disso, tamb\u00e9m se pode considerar que a pr\u00f3pria nova lei de drogas n\u00e3o estabeleceu nenhum crit\u00e9rio objetivo para diferenciar um usu\u00e1rio de drogas de um traficante.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"article-paragraph\">\n<blockquote class=\"m-blockquote leak-left\">\n<h3 class=\"blockquote-text font-medium\">Ap\u00f3s a nova lei de drogas, ser considerado um traficante e n\u00e3o um usu\u00e1rio tem a ver, em primeiro lugar, com a origem social da pessoa.<\/h3>\n<\/blockquote>\n<\/div>\n<div class=\"article-paragraph\">\n<p>Por \u00faltimo, quando analisei a quantidade de drogas das pessoas incriminadas, de um total de 799 registros nos quais contavam exatamente o tipo e a quantidade apreendidos, 404 ocorr\u00eancias foram de 0,01 at\u00e9 7 gramas de drogas. Ou seja, prende-se muita gente com \u00ednfimas quantidades e quase exclusivamente das camadas pobres da popula\u00e7\u00e3o, mesmo sabendo-se h\u00e1 muito tempo que h\u00e1 todo um circuito de uso e com\u00e9rcio de subst\u00e2ncias il\u00edcitas nas classes m\u00e9dias e altas dos grandes centros urbanos do Brasil \u2013 embora esse circuito de transa\u00e7\u00f5es nem de longe passe por esse mesmo sistema de Justi\u00e7a.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"article-paragraph\">\n<p>\u201cNesse sentido, este artigo \u00e9 um convite \u00e0 reflex\u00e3o dos leitores: uma pol\u00edtica de drogas que come\u00e7ava a ser efetivamente mais racional e com foco na sa\u00fade p\u00fablica foi sobreposta pela falta de avan\u00e7os e investimentos na \u00e1rea e pela dificuldade dos operadores em deslocar efetivamente o usu\u00e1rio para o sistema de sa\u00fade e n\u00e3o para o sistema de Justi\u00e7a. Ali\u00e1s, com a Lei 13.840\/2019, essa situa\u00e7\u00e3o piorou (e muito).<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"article-paragraph\">\n<p>O resultado \u00e9 que, no sistema jur\u00eddico e nas pris\u00f5es brasileiras, imp\u00f5e-se a l\u00f3gica de que as pessoas n\u00e3o devem ser tratadas igualmente pelas suas infra\u00e7\u00f5es cometidas, mas sim desigualmente mediante seu status social. E, mesmo que uma pol\u00edtica p\u00fablica busque, minimamente, avan\u00e7os em termos de direitos e garantias individuais (como foi a metade de sa\u00fade p\u00fablica da Lei 11.343, de 2006), logo vir\u00e3o os guardi\u00f5es da ordem para retraduzir a desigualdade social em termos jur\u00eddicos, legitimando a pol\u00edtica desigual. Feita pela metade, portanto, a lei de drogas teve como sua principal consequ\u00eancia o hiperencarceramento dos pobres nas pris\u00f5es brasileiras.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O site do INCT INEAC reproduz aqui o artigo Pol\u00edtica p\u00fablica sobre drogas \u00e9 desequilibrada e provoca injusti\u00e7as,\u00a0 do soci\u00f3logo\u00a0\u00a0Marcelo da Silveira Campos,\u00a0Doutor em Sociologia pela USP, professor da UFGD, e p\u00f3s-doutorando no Instituto de Estudos Comparados em Administra\u00e7\u00e3o de Conflitos (INCT-InEAC\/UFF) . 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