{"id":1471,"date":"2021-02-02T00:26:52","date_gmt":"2021-02-02T00:26:52","guid":{"rendered":"http:\/\/www.operacoesweb.uff.br\/migrajoomla\/?p=1471"},"modified":"2021-02-02T00:26:52","modified_gmt":"2021-02-02T00:26:52","slug":"agronegocios-desmatamentos-e-povos-tradicionais-no-baixo-amazonas","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.operacoesweb.uff.br\/migrajoomla\/?p=1471","title":{"rendered":"Agroneg\u00f3cios, desmatamentos e povos tradicionais no Baixo Amazonas"},"content":{"rendered":"<p class=\"post__content--title\">Reproduzimos aqui no site o artigo\u00a0&#8220;Agroneg\u00f3cios, desmatamentos e povos tradicionais no Baixo Amazonas&#8221;, escrito pela\u00a0antrop\u00f3loga Eliane Cantarino O\u2019Dwyer (InEAC-INCT\/UFF\/UFPA\/Conselho Cient\u00edfico \u2013 ABA) e publicado nesse dia 1 de fevereiro de 2021, no Blog CI\u00caNCIA E MATEM\u00c1TICA do site do O Globo.\u00a0<\/p>\n<h1 class=\"post__content--title\">\u00a0<\/h1>\n<h1 class=\"post__content--title\">Agroneg\u00f3cios, desmatamentos e povos tradicionais no Baixo Amazonas<\/h1>\n<section class=\"post__content--meta post\"><time class=\"post__content--meta-time post\" datetime=\"01\/02\/2021 10:00\">01\/02\/2021\u00a0<\/time><\/section>\n<section class=\"post__content--article protected-content\">\n<article class=\"post__content--article-post\">\n<p align=\"LEFT\"><span lang=\"pt-BR\">Eliane Cantarino O\u2019Dwyer<\/span><\/p>\n<p lang=\"pt-BR\" align=\"LEFT\">\u00a0<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span lang=\"pt-BR\">Os ventos de mudan\u00e7a soprados de fora das comunidades tradicionais amaz\u00f4nicas, nas duas \u00faltimas d\u00e9cadas, t\u00eam gerado um neoextrativismo hegem\u00f4nico promovido por interesses capitalistas associados \u00e0s pol\u00edticas p\u00fablicas\u00a0<\/span><span lang=\"pt-BR\"><i>desenvolvimentistas<\/i><\/span><span lang=\"pt-BR\">\u00a0implementadas pelo Estado brasileiro. As grandes obras de infraestrutura, com a abertura de rodovias, constru\u00e7\u00e3o de hidrel\u00e9tricas, hidrovias e portos v\u00eam acompanhadas de uma expans\u00e3o sem precedentes dos agroneg\u00f3cios sobre as terras tradicionalmente ocupadas por povos ind\u00edgenas, quilombolas, ribeirinhos e demais categorias de povos tradicionais. Os desmatamentos para o cultivo de grandes extens\u00f5es de gr\u00e3os, sobretudo soja, t\u00eam transformado de modo crescente biomas florestais, utilizados como \u00e1reas de extrativismo tradicional &#8211; ca\u00e7a, pesca, coleta e agricultura familiar &#8211; em uma paisagem homog\u00eanea e monocrom\u00e1tica ao suprimir a biodiversidade carater\u00edstica e impedir a reprodu\u00e7\u00e3o de modos pr\u00f3prios de fazer, criar e viver.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\u00a0<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span lang=\"pt-BR\">Tais mudan\u00e7as, no contexto regional do Baixo Amazonas, t\u00eam convergido para o munic\u00edpio de Santar\u00e9m, Par\u00e1, mediante intensos conflitos territoriais e ambientais. A disputa entre interesses econ\u00f4micos empresariais dos agroneg\u00f3cios, representados pelo Sindicato Rural de Santar\u00e9m (SIRSAN) e alinhados politicamente \u00e0 \u201cbancada ruralista\u201d (<\/span><span lang=\"pt-BR\">Frente Parlamentar da Agropecu\u00e1ria \u2013 FPA<\/span><span lang=\"pt-BR\">) no Congresso Nacional, atrav\u00e9s de membros do legislativo e do executivo local, t\u00eam confrontado movimentos ind\u00edgenas, quilombolas, pescadores artesanais, trabalhadores rurais e organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais, por meio de acusa\u00e7\u00f5es p\u00fablicas, ocorr\u00eancias policiais e contesta\u00e7\u00f5es judiciais.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\u00a0<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span lang=\"pt-BR\">Os impactos ambientais e sociais desse modelo neocolonial de monocultivo exportador s\u00e3o minimizados por uma perspectiva\u00a0<\/span><span lang=\"pt-BR\"><i>desenvolvimentista<\/i><\/span><span lang=\"pt-BR\">\u00a0prevalente aos c\u00edrculos de poder, segundo a qual o sofrimento infringido ao outro s\u00f3 tem sido considerado conden\u00e1vel quando gratuito, mas justific\u00e1vel quando est\u00e1 relacionado a um objetivo \u2013\u00a0<\/span><span lang=\"pt-BR\"><i>desenvolvimentista\u00a0<\/i><\/span><span lang=\"pt-BR\">neste caso &#8211; que se cr\u00ea fonte de salva\u00e7\u00e3o da economia, da pol<\/span><span lang=\"pt-BR\">\u00edtica e do Estado Na\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span lang=\"pt-BR\">A frente de expans\u00e3o dos agroneg\u00f3cios voltada para a produ\u00e7\u00e3o em larga escala de soja segue o tra\u00e7ado da BR 163 Cuiab\u00e1-Santar\u00e9m, atraindo empreendimentos do centro-oeste motivados pelo estoque de terras dispon\u00edveis a pre\u00e7os reduzidos e do baixo custo de transporte fluvial pelo porto da Cargill, instalado em 2003. As obras de infraestrutura da BR 163 avan\u00e7aram ainda mais com a pavimenta\u00e7\u00e3o do trecho Moraes Almeida e Novo Progresso (PA), realizada pelo 8<\/span><span lang=\"pt-BR\">\u00ba\u00a0B<\/span><span lang=\"pt-BR\">atalh\u00e3o de Engenheira e Constru\u00e7\u00e3o do Ex\u00e9rcito (8<\/span><span lang=\"pt-BR\">\u00ba<\/span><span lang=\"pt-BR\">\u00a0BEC), conclu\u00eddo em novembro de 2019, e considerado a \u00faltima etapa para integrar os estados de Mato Grosso e Par\u00e1.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\u00a0<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span lang=\"pt-BR\">Apenas tr\u00eas meses antes da conclus\u00e3o desse asfaltamento, fazendeiros, madeireiros e empres\u00e1rios de Novo Progresso foram acusados de promover o chamado \u201cDia do Fogo\u201d, em 10 de agosto, de acordo com investiga\u00e7\u00f5es das pol\u00edcias Civil, Federal e do Minist\u00e9rio P\u00fablico. A m\u00eddia nacional e internacional relata a deflagra\u00e7\u00e3o de queimadas em larga escala na regi\u00e3o amaz\u00f4nica. Nessa ocasi\u00e3o, a Procuradora Geral da Rep\u00fablica considerou o fato de \u201chaver ind\u00edcios de uma a\u00e7\u00e3o orquestrada para incendiar pontos da floresta\u201d<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\u00a0<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span lang=\"pt-BR\">A expans\u00e3o da soja no planalto santareno acompanha igualmente o tra\u00e7ado da rodovia PA-370 (Santar\u00e9m-Curu\u00e1-Una), paralela \u00e0 BR 163 e ao Lago do Maic\u00e1, este \u00faltimo considerado estrat\u00e9gico pelo plano diretor do munic\u00edpio de Santar\u00e9m. O aumento dos conflitos de terra nessa \u00e1rea do planalto tem sido protagonizados por comunidades ribeirinhas, ind\u00edgenas e quilombolas, como nos casos dos Munduruku do Planalto Santareno e das comunidades quilombolas do Ituqui diante das amea\u00e7as aos seus territ\u00f3rios de ocupa\u00e7\u00e3o tradicional.<\/span>\u00a0<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span lang=\"pt-BR\">As pesquisas etnogr\u00e1ficas recentemente realizadas junto \u00e0s comunidades de quilombo nesse contexto regional (2017-2020) t\u00eam se deparado com uma \u201carena p\u00fablica\u201d em confronto entre as raz\u00f5es de Estado (<\/span><span lang=\"pt-BR\"><i>desenvolvimentistas)<\/i><\/span><span lang=\"pt-BR\">, associadas aos interesses de empreendimentos dos agroneg\u00f3cios e unilateralmente impostas sem o consentimento de povos e comunidades tradicionais afetados pelos impactos ambientais. As manifesta\u00e7\u00f5es contr\u00e1rias t\u00eam sido registradas mediante Protocolos de Consulta utilizados como estrat\u00e9gia de resist\u00eancia, organizadas pelas associa\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas, quilombolas, Col\u00f4nia de Pescadores Z-20, Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Santar\u00e9m, Par\u00e1 (STTR), al\u00e9m de audi\u00eancias p\u00fablicas com a participa\u00e7\u00e3o da sociedade civil sobre a quest\u00e3o da amea\u00e7a \u00e0 exist\u00eancia tradicional dessas comunidades representada pelo projeto de constru\u00e7\u00e3o do complexo portu\u00e1rio no Maic\u00e1 para escoamento da soja.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\u00a0<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><a name=\"_Hlk41209015\"><\/a><span lang=\"pt-BR\">Os impactos ambientais e os desmatamentos provocados pelo avan\u00e7o dos monocultivos sobre biomas florestais produzem altera\u00e7\u00f5es n\u00e3o apenas de efeitos paisag\u00edsticos, pois tais paisagens s\u00e3o culturalmente produzidas por povos tradicionais na ocupa\u00e7\u00e3o dessas \u00e1reas florestais e representam igualmente bens irredutivelmente sociais. Assim, o<\/span><span lang=\"pt-BR\">\u00a0risco de entropia atinge os recursos florestais e aqu\u00edferos renov\u00e1veis, mas tamb\u00e9m a exist\u00eancia social de\u00a0<\/span><span lang=\"pt-BR\"><i>povos tradicionais<\/i><\/span><span lang=\"pt-BR\">\u00a0pela amea\u00e7a da perda de conhecimentos ou tradi\u00e7\u00f5es culturais.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\u00a0<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span lang=\"pt-BR\">As recentes afirma\u00e7\u00f5es de que a soja brasileira n\u00e3o tem rela\u00e7\u00e3o com os desmatamentos, como divulgado nos meios de comunica\u00e7\u00e3o, revela desconhecimento das realidades localizadas e a inten\u00e7\u00e3o de filtrar informa\u00e7\u00f5es comprovadas por dados de sat\u00e9lite e evid\u00eancias etnogr\u00e1ficas.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\u00a0<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span lang=\"pt-BR\">O negacionismo quanto aos desmatamentos est\u00e1 amparado na desregula\u00e7\u00e3o da legisla\u00e7\u00e3o ambiental, como estabelecida na reuni\u00e3o ministerial de 22\/04\/2020, na qual o ministro do Meio Ambiente, ao citar inclusive as obras na BR 163, prop\u00f5e \u201cir passando a boiada, ir mudando todo o regramento, ir simplificando normas\u201d.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\u00a0<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span lang=\"pt-BR\">No contexto regional do Baixo Amazonas, as incertezas e d\u00favidas sobre a isen\u00e7\u00e3o do Estado no espa\u00e7o ocupado entre a lei e sua aplica\u00e7\u00e3o, convergem para \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o de empreendimentos capitalistas relacionados principalmente \u00e0 explora\u00e7\u00e3o dos agroneg\u00f3cios, extra\u00e7\u00e3o madeireira em terras protegidas, cria\u00e7\u00e3o de gado em \u00e1reas de desmatamento ilegal e empreendimentos de minera\u00e7\u00e3o. Tais interesses econ\u00f4micos t\u00eam intensificado sua atua\u00e7\u00e3o no n\u00edvel pol\u00edtico local mediante financiamento de campanhas eleitorais para prefeituras e c\u00e2maras municipais, consolidando assim as bases para um novo tipo de \u201ccoronelismo, enxada e voto\u201d.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\u00a0<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span lang=\"pt-BR\">A pol\u00edtica desenvolvimentista aliada \u00e0 desregula\u00e7\u00e3o ambiental, atualmente defendida pelo Estado brasileiro, \u00e9 orientada pelas denominadas\u00a0<\/span><span lang=\"pt-BR\"><i>raz\u00f5es de Estado<\/i><\/span><span lang=\"pt-BR\">\u00a0e, deste modo, n\u00e3o pode ser vista como moralmente neutra, ao assumir como pr\u00f3prias \u00e0s raz\u00f5es de empres\u00e1rios e pol\u00edticos influentes sem levar em conta normas estabelecidas democraticamente e valores culturais legalmente reconhecidos.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\u00a0<\/p>\n<p align=\"LEFT\"><span lang=\"pt-BR\">Eliane Cantarino O\u2019Dwyer (InEAC-INCT\/UFF\/UFPA\/Conselho Cient\u00edfico \u2013 ABA)<\/span><\/p>\n<p align=\"LEFT\">\u00a0<\/p>\n<p align=\"LEFT\"><span lang=\"pt-BR\"><a href=\"https:\/\/blogs.oglobo.globo.com\/ciencia-matematica\/post\/agronegocios-desmatamentos-e-povos-tradicionais-no-baixo-amazonas.html?GLBID=181ad7d5248fe9f7dbdfdd5018aaf1ab76c314c355937646d78427052477439523773496844357949343245453066717a6e706c5956564b6d35716a7047575a77464f5175754e645a453638474a69434d6775624177735361754f6a7a62475f617941714851673d3d3a303a726b616e7462722e726f626572746f2e32303132\">https:\/\/blogs.oglobo.globo.com\/ciencia-matematica\/post\/agronegocios-desmatamentos-e-povos-tradicionais-no-baixo-amazonas.html?GLBID=181ad7d5248fe9f7dbdfdd5018aaf1ab76c314c355937646d78427052477439523773496844357949343245453066717a6e706c5956564b6d35716a7047575a77464f5175754e645a453638474a69434d6775624177735361754f6a7a62475f617941714851673d3d3a303a726b616e7462722e726f626572746f2e32303132<\/a><\/span><\/p>\n<p align=\"LEFT\">\u00a0<\/p>\n<p align=\"LEFT\"><span lang=\"pt-BR\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1470\" src=\"http:\/\/www.operacoesweb.uff.br\/migrajoomla\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/baixo_amazonas.jpg\" width=\"512\" height=\"342\" srcset=\"http:\/\/www.operacoesweb.uff.br\/migrajoomla\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/baixo_amazonas.jpg 512w, http:\/\/www.operacoesweb.uff.br\/migrajoomla\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/baixo_amazonas-300x200.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 512px) 100vw, 512px\" \/><\/span><\/p>\n<p align=\"LEFT\">\u00a0<\/p>\n<\/article>\n<\/section>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Reproduzimos aqui no site o artigo\u00a0&#8220;Agroneg\u00f3cios, desmatamentos e povos tradicionais no Baixo Amazonas&#8221;, escrito pela\u00a0antrop\u00f3loga Eliane Cantarino O\u2019Dwyer (InEAC-INCT\/UFF\/UFPA\/Conselho Cient\u00edfico \u2013 ABA) e publicado nesse dia 1 de fevereiro de 2021, no Blog CI\u00caNCIA E MATEM\u00c1TICA do site do O Globo.\u00a0 \u00a0 Agroneg\u00f3cios, desmatamentos e povos tradicionais no Baixo Amazonas 01\/02\/2021\u00a0 Eliane Cantarino O\u2019Dwyer \u00a0&hellip; 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